Abordagens integradas nas aulas de Física: possibilidades e desafios

Uma história “um aluno a quem foi pedido que fizesse um trabalho sobre tsunamis, entregou à professora de Geografia um texto sobre a marca de computadores Tsunami. O aluno limitou-se a escrever “tsunami”, clicou e copiou uma das primeiras referências indexadas na primeira página do Google.”

Num trabalho de investigação (Almeida, 2010) pode ler-se “Alguns [professores] propõem mapas com rotas predeterminadas, em que selecionam até onde os alunos podem e devem chegar, o que podem ler e em que ordem.Outros selecionam endereços, fazendo um site em rede local, não publicado, onde os alunos surfam, muitas vezes pensando que estão na Internet. Outros, ainda, extraem, eles mesmos, recortes de informações e oferecem aos alunos, que, por sua vez, fazem a montagem do material e consideram o resultado como um trabalho de pesquisa na Internet.”

Estes excertos refletem duas abordagens muito díspares ao trabalho de pesquisa na Internet. Comente uma ou as duas situações em termos do que vê como as suas virtudes e defeitos, do que deve ser o papel do professor e do aluno num trabalho desta natureza, do equilíbrio entre o controle e orientação que o professor deve dar a todo o processo.

Os estudos a seguir indicados têm algumas considerações a este respeito, caso queira aprofundar o assunto: “A Internet como instrumento de pesquisa na escola” e “A formação do aluno-pesquisador no ensino médio: o papel do professor frente ao uso da Internet nas pesquisas“.

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Comentários a: "A pesquisa na internet: 2 histórias…" (2)

  1. Aqui está um excelente contributo!
    Já passei por uma situação análoga a esta e na altura senti que a culpa estava do meu lado.
    Não tive formação a este nível e a minha prática é o resultado da experiência acumulada ao longo dos anos. Estou convicto que o papel do professor ao propor trabalhos desta natureza, deve ser o de orientador e regulador durante todo o processo, sob pena de se ver confrontado com um resultado final díspar do esperado.

    Os estudos que disponibilizou parecem-me pertinentes merecendo uma leitura mais atenta e cuidada.

    Carlos Azevedo

  2. jorgecardoso1887 said:

    Olá Vera.

    Julgo que ainda ocorrem situações similares, assumindo-se como casos pontuais nos dias de hoje.
    O papel do professor como orientador deve ser o da transparência e da exigência para com o aluno por forma a evitar estas situações.Para isso deverá tornar claro as regras para a entrega e elaboração dos trabalhos.

    Jorge Cardoso

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